Pais que Nutrem
Mentalidade Overflow
Letramento digital para toda a família

O que você aprende sobre o mundo digital transborda pra dentro de casa.

Proteção e oportunidade não competem. Uma sustenta a outra.

Marcelo Soares, criador do Pais que Nutrem

Você não teve infância sem tela. Teve infância com tela limitada por outra coisa.

Se você nasceu entre 1985 e 1994, seu acesso à internet foi limitado por um motivo simples, custo de infraestrutura, não conversa em casa. O limite vinha de fora. Ninguém precisou negociar isso com você.

Hoje esse limite externo não existe mais. Sobrou pra cada família decidir sozinha onde fica a linha, e quase ninguém te ensinou como fazer isso. Pode ser falta de conhecimento do digital, ou de repertório.

Foi para te ajudar a resolver isso que o Pais que Nutrem surgiu.

O que chamamos de letramento digital

"Para o Pais que Nutrem, letramento digital é a habilidade do membro da família, seja mãe, pai ou filho, de navegar, utilizar ferramentas e compreender o ambiente digital de forma crítica e segura, acessando novas possibilidades de desenvolvimento pessoal e profissional, criando conexões entre gerações."

Essa definição não nasceu do nada

1997 · Paul Gilster

O termo letramento digital aparece pela primeira vez em 1997, com Paul Gilster, definido como a habilidade de entender e usar informação em múltiplos formatos vindos de fontes digitais. Era sobre lidar com o formato da informação.

UNESCO

A UNESCO ampliou esse conceito depois, definindo letramento digital como o conjunto de habilidades que permite usar, compreender, criar e avaliar informação de forma segura e crítica, através de tecnologias digitais e de comunicação. Aqui entra o senso crítico e a segurança que a definição original ainda não tinha.

Pais que Nutrem

O Pais que Nutrem parte dessas duas bases e aplica direto na vida de uma casa. Nem Gilster nem a UNESCO falam de família, falam de indivíduo. A gente fala de mãe, pai e filho aprendendo junto, cada um no seu papel, e de uma coisa que nenhuma das duas definições trata, a oportunidade real de desenvolvimento pessoal e profissional que o digital abre pros próprios pais, não só pros filhos.

Proteger sem entender o mercado é meio caminho. Entender o mercado sem proteger é o outro meio.

Proteção digital

Compreender riscos reais, mediar o uso de tela dos filhos com presença, não com bloqueio cego, e trocar a lógica de proibição pela lógica de conversa.

Oportunidade digital

Reconhecer que o mesmo ambiente que preocupa também abre porta, pra renda, pra trabalho, pra reposicionamento profissional. Ignorar isso é deixar os pais de fora do próprio crescimento.

As duas coisas juntas formam referência. Separadas, formam metade de uma história.

Marcelo Soares

Quem constrói esse conteúdo com você

Marcelo Soares, economista, criador do Pais que Nutrem. Fez a transição pra o digital na prática, e decidiu traduzir isso pra outras mães e pais que sentem a mesma distância entre o que aprenderam e o que os filhos já nasceram sabendo.

Onde você já me ouviu falar sobre isso

O que guia o que a gente publica aqui

Acolhimento antes de julgamento.

Dado real, nunca pânico fabricado.

Letramento em vez de proibição cega.

Coerência entre o que se pede ao filho e o que se pratica em casa.

O próximo passo é simples

Em breve, um programa estruturado guiado por esses princípios chega por aqui. Enquanto isso, acompanhe o conteúdo nos canais abaixo.

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